A sociedade atual está cada vez mais consumista, e este consumo prejudica o nosso Planeta. Quanto mais consumirmos, mas lixo produzimos, e isso, além de prejudicar o Planeta, prejudica a nossa vida, pois essa diferença entre o que o planeta é capaz de regenerar e o consumo efetivo das populações humanas provoca um saldo ecológico negativo que vem se acumulando ano após ano, desde a década de 80, e compromete, no longo prazo, a capacidade de sobrevivência da humanidade e de manutenção da vida no planeta como a conhecemos hoje.
Em 1961, quando os cálculos da Pegada Ecológica começaram a ser realizados pela Global Footprint Network, a população humana já usava 70% da capacidade produtiva da Terra. Mas foi em 19 de dezembro de 1987, a primeira vez que consumimos mais recursos do que o planeta era capaz de renovar, em um ano.
Já faz algum tempo que estamos ouvindo falar de ''Desenvolvimento Sustentável'', isto porque a sociedade chegou há uma conclusão ainda que tardia: Consumimos mais do que a capacidade do planeta de se recuperar! Segundo dados fornecidos pela WWF Brasil, consumimos 25% mais do que a capacidade de reposição do planeta.
Segundo definição da ECO-92 que aconteceu no Rio de Janeiro, pensar em desenvolvimento sustentável é ''Atender as necessidades da atual geração, sem comprometer a capacidade das futuras gerações em promover suas próprias demandas''.
Fonte: http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/atitude/conteudo_273437.shtml
http://falandosobrevida.blogspot.com.br/2011/05/consumimos-mais-do-que-o-planeta.html
Espero que gostem!
Layanne Almeida da Silva.
Muito interessante sua postagem. Faz a gente se questionar, o que estamos fazendo pela sustentabilidade de nosso planeta? Aguardo resposta da turma.
ResponderExcluirMuito auto explicativo essa tua postagem. Penso que as agressões a natureza e aos animais estão gerando conseqüências ao nosso equilíbrio ecológico, normalmente sendo divulgado pelas manchetes que nos alertam. Está na modificação do clima no planeta em relação a nossa vagarosa adaptabilidade.
ResponderExcluirJúlia Campestrini.