A empresa CVI Refrigerantes tem vários projetos sociais como a Asmar, que atualmente o grupo de catadores é formado por 14
sócios, organizados por funções específicas que passam desde a coleta e
triagem até a prensagem e a negociação final com os atravessadores que
recebem o produto. Mensalmente, a Asmar processa cerca de 16 toneladas
de recicláveis, como vidro, sucata, papel e plástico, e permite a cada
um dos associados a obtenção de uma renda mensal de cerca de R$ 500.
Por ano, gira pela associação
aproximadamente R$ 135 mil. “Esse dinheiro é fruto do material
desperdiçado pelas pessoas, mas que, para nós, tem um valor fundamental.
Isso prova que a nossa atividade abastece a economia local, por isso eu
não tenho receio de falar em números”, ressalta
Margarete.
Envolvidos com a causa da Asmar, dois
departamentos da Universidade Federal de Santa Maria
(UFSM) decidiram se tornar parceiros da associação. Primeiramente, o
departamento de Comunicação, sob a coordenação da professora Ivete
Trevisan Fossá, lançou uma campanha intitulada Programa de Inclusão
Social dos Catadores de Materiais Recicláveis de Santa Maria
(PISC). O nome do projeto já diz tudo, e inicialmente tem
proporcionado aos profissionais da reciclagem a oportunidade de ter
acesso a atividades comuns e essenciais no dia-a-dia moderno, mas que
antes faziam parte de um mundo distante para eles, o contato com a
informática.
Quem quiser ler mais acesse: http://www.reciclaveis.com.br/noticias/00703/0070309reciclando.htm
Esse é o video que assistimos na CVI : http://www.youtube.com/watch?v=KmW-OOa-Lig
Espero que gostem!
Layanne Silva
Isso é até soa estranho para mim, perceber que o meu lixo é renda para muitas pessoas. Porém precisamos também pensar que isso é um bem para a natureza, que ao reciclar evita-se um aumento do produto utilizado para fabricar outros objetos e assim, esses objetos se tornam mais econômicos para a população e as vezes até um bem durável. Fernanda Franken
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