terça-feira, 7 de agosto de 2012

Aumento Populacional e Degradação Ambiental

O crescimento da população com o aumento da pobreza ocorre a degradação ambiental. O caminho mais sensato é buscar o equilíbrio entre população, recursos naturais e poluição. Sempre preservando os recursos, freando o aumento da população, diminuindo as ambições consumistas e desenvolvendo novas tecnologias que contribuam com o meio ambiente. É necessário perceber o perigo que representa o descontrolado aumento populacional global. Principalmente quando este crescimento é mais evidenciado nos países em processo de desenvolvimento econômico com altos índices de natalidade, como de 6,2 nascimentos por mulher atualmente na África. Mas também é preciso investigar as outras variáveis que compõem a análise de planejamento da população, como: considerar os problemas sociais e culturais, entre eles os relativos ao meio ambiente; a pobreza e a situação geográfica dos seres humanos em relação aos recursos e é claro a densidade da população (relação entre área e habitantes). O que esta equação resulta é a formação de legiões de pessoas "absolutamente pobres", que vivem à margem da vida, confinadas a um grau tal de degradação causada pela desnutrição, doenças, analfabetismo que, segundo o Banco Mundial, podem representar um universo de 1,5 bilhão de pessoas. A indignação aumenta com a constatação de que o ciclo vicioso entre miséria e degradação ambiental tende a se perpetuar quando os efeitos prejudiciais ficam agravados por causa de sistemas educacionais ineficientes. Então fica claro há necessidade de se colocar novas variáveis na equação que leva à degradação ambiental e que para se contiver este ciclo vicioso é preciso solucionar o complexo problema dos padrões de consumo e do aumento populacional global.

Júlia Campestrini

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