domingo, 28 de outubro de 2012

Imigrações no Brasil


    
      O Brasil é um dos países mais ricos em cultura e em etnias.Essa diversidade se deve as imigrações que começaram nos século passados.
     Em 1503 chegaram ao Brasil os portugueses para fazer o plantio da cana-de-açúcar, no entanto essa imigração se intensificou em 1818 quando venho os não portugueses sob-regência de D. João VI.
     Em busca de oportunidades na terra nova, para cá vieram os suíços, que chegaram em 1819 e se instalaram no Rio de Janeiro, os alemães, que vieram logo depois, em 1824, e foram para o Rio Grande do Sul, os eslavos habitaram o Paraná, os turcos e os árabes se concentraram na Amazônia, os italianos em sua maior parte foram para São Paulo. O maior número de imigrantes no Brasil são os portugueses, que vieram em grande número desde o período  da Independência do Brasil. 
     Em questões de adaptação os imigrantes europeus não tiveram problemas em manter a difundir a sua cultura no Brasil.Os que viviam em pequenas propriedades familiares mantinham seus costumes,sua língua e criavam uma especie de cópia das terras deixadas na Europa. Já os imigrantes que se fixaram nas grandes fazendas e centros urbanos, rapidamente se integraram na sociedade brasileira, deixando de lado muitos aspectos de sua herança cultural.
     Atualmente segundo estimativas do Serviço Pastoral dos Migrantes há 600 mil imigrantes ilegais no Brasil."A grande maioria é formada por bolivianos, paraguaios, peruanos, chilenos, argentinos e colombianos", disse à BBC Brasil Luiz Bassegio, fundador da pastoral, que presta assistência a imigrantes em diferentes partes do Brasil.Os milhares de clandestinos buscam no Brasil oportunidades melhores de vida e a chance de enviar recursos para seus países de origem, no entanto enfrentam, em muitos casos, problemas comuns a brasileiros no exterior como preconceito, horas excessivas de trabalho e dificuldades para legalização.

Talita


sábado, 27 de outubro de 2012

quarta-feira, 24 de outubro de 2012


Chover no molhado

Falar sobre preconceito ultimamente está tornando-se um tanto clichê e repetitivo, no entanto, mesmo tal assunto sendo reproduzido diariamente me parece que as pessoas ainda não entenderam o “recado”. É no mínimo cômico eu vir por meio desse texto opinar sobre algo que não há nem discussões, entretanto, digamos que dá muito “pano pra manga”.

Há alguns dias atrás, me peguei pensando sobre o assunto, acredito que antes de tentarmos compreender ao nosso próximo e aceita-lo devemos aprender primeiramente aceitar e compreender a nós mesmos. A aceitação é sem via de dúvidas uma das tarefas mais difíceis e complicadas de fazer, e acredito que justamente por isso ocorra tantos preconceitos. Para sintetizar o que estou querendo dizer, vamos para prática: ao nos olharmos no espelho todos os dias e refletirmos sobre nós e sobre nossas características, e consequentemente percebermos que não somos perfeitos e a partir disso criarmos uma revolta dentro de nós, é lógico que teremos uma revolta contra tudo e todos, é mais que normal, e é óbvio que o fato de não nos aceitarmos não nos dá direito de não aceitar o próximo, já que respeito gera respeito. Por isso eu digo, procuremos nos aceitar ao máximo e mudar aquilo que não nos agrada, pois a partir do momento que tentarmos nos conhecer e nos aceitar, da maneira que somos, conseguiremos enxergar o mundo de uma maneira diferente e até mais bonita, digamos assim.

Para dar sustentação á toda discussão deste texto, foi proposto pela professora uma aula dinâmica com o filme “Julgamento em West Point”, onde é evidente a perseguição racial e um grande preconceito. A partir desse filme são possíveis várias reflexões, e talvez justificativas do modo em que nossa sociedade se porta perante as diferenças sociais. Está na história da humanidade o preconceito racial e o preconceito de um modo geral, no entanto, isso não nos dá direito de ofender e pensar que somos superiores a qualquer raça e a qualquer pessoa. Já está mais do que na hora de vencermos esse modo de vida que nos persegue desde os primórdios. Dizem que somos a espécie mais inteligente entre os animais, vamos, portanto, fazer jus a tal título, antes que os cachorros, gatos, etc., tomem nosso lugar no ranking de inteligência.

Antigamente a elite da sociedade era quem determinava a maneira que as pessoas deviam agir e pensar, entretanto, o tempo mudou e estamos em pleno século XXI, já está mais do que na hora de agirmos por si só e entendermos que o fato da pessoa ser de uma cor diferente, cultura, religião, opção sexual e etnia distinta, não nos dá direito de excluí-la e trata-la de maneira grossa e rígida. Procuremos então julgar se a pessoa é apta de nossa amizade e confiança por suas atitudes, qualidades e defeitos e não por suas características físicas.

Após “chover no molhado” e falar sobre algo que deveria ser óbvio e racional, deixo uma frase que conclui tudo que penso e acredito: “Conhece-te e aceita-te a ti mesmo e aprenderás a respeitar e aceitar seu semelhante.”
 
Por: Carolina Fontana, Júlia Campestrini, Layanne Silva e Bibiana Rossato

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Entrevista de um emigrante



Entrevista de um emigrante

Entrevistada: Marilaine Pozzatti Amadori


     -Por que você se mudou para outro pais?
 Para estudar, fazer um doutorado.

     -Quanto tempo você pretende passar fora do país?
  4 anos.

     -Quais foram as dificuldades encontradas para entrar no país e quais as dificuldade encontradas na convivência e na adaptação a nova cultura?
 Não tive nenhuma dificuldade para entrar nos pais, pois qualquer brasileiro pode entrar e permanecer por 3 meses como turista na Itália. Para eu permanecer como estudante regularmente matriculada a uma universidade italiana seria necessária a retirada de um visto de estudante no consulado italiano no Brasil, mas como tenho cidadania italiana não foi necessário. Neste caso eu poderia morar aqui toda a minha vida com os mesmos direitos de um italiano nascido aqui, se quisesse.
Não encontrei muita dificuldade de adaptação porque venho de uma família italiana e muita coisa é similar, mas certo que existem coisas que são diferentes, como por exemplo, não existe a famosa "solidariedade brasileira", é uma sociedade tabagista, quase todos fumam, especialmente as mulheres e senti falta dos amigos que tenho no Brasil.

     -Como foi a aceitação dos habitantes nativos?
 Não tive problema de não aceitação, pois tenho objetivo, sou regular e talvez porque todos pensem que sou italiana ou de algum pais do norte da Europa quando sentem o meu sotaque.


     -Com quais objetivos voce se mudou para a italia?
  Como disse antes, meu objetivo e concluir um doutorado. Havia sido aprovada antes de vir e estou afastada do meu trabalho para concluí-lo e apos voltar.

     -Algum aspecto marcante que mereça ser destacado nessa sua experiência?
 Muitos aspectos merecem ser destacados, daria para escrever um livro com a experiência de 4 anos. Deparamos-nos com muitas coisas que são e funcionam de uma forma diferente e temos que nos adaptar. Florença, onde moro, é uma cidade multicultural, tem muitos imigrantes de vários países e, obviamente, a cultura local, que é muito particular. Por ser uma cidade cultura, é uma cidade que tem um grande numero de bens culturais tombados pela UNESCO, cidade arte, berço do Renascentismo, é uma das cidades mais visitadas do mundo. Tem sempre turistas, especialmente nas ferias de verão que aqui é de julho a setembro.



Diego, Fernanda, Lauren, Luiza e Vinicius Avila.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Mapa mental

 Alunos: Daiane W, Daiane P, Helena C, Émerson L e Litiane F

texto Interdisciplinar



O que sua cor e seu sexo dizem sobre você?

O nome do preconceito com homossexuais é homofobia, o nome do preconceito com negros é racismos.

Para as questões relacionas a sociedade o racismo está muito presente, silencioso ou gritante, os negros são excluídos, tratados com descaso o que impede a participação dessa parcela da população na integração social.

  • O racismo surgiu quando o povo africano começou a trabalhar como escravos, não com esse nome e nem sendo tratado com a penalidade de agora, porem com o mesmo conceito, o que só mostra o quanto a mentalidade não evoluiu.
O racismo é a tendência do pensamento, ou o modo de pensar, em que se dá grande importância à noção da existência de raças humanas distintas e superiores essa crença da existência de raças superiores e inferiores foram utilizados muitas vezes para justificar a escravidão.
O preconceito contra a mulher negra tem suas raízes na escravidão, pois o que interessava era a mão de obra então os homens eram mais procurados, mas afinal o que a sua cor diz sobre você? A pergunta tem uma simples resposta, a sua cor diz sobre seu passado, sobre o seu povo de origem que não importa de que maneira lutou para sobreviver e evoluir.
A aceitação de negros e homossexuais hoje em dia, não é bem vista por alguns membros da sociedade, a realidade de vida deles é complicada, pois muitos não fornecem emprego para negros por sua cor e para homossexuais por sua opção sexual, não aceitam que eles entrem em seus estabelecimentos comerciais ou até o tratam mal o suficiente para que a pessoa se sinta mal por ser diferente, não diferente, mas sim com diferenças biológicos, pois a pele escura nada mais é do que grande quantidade de melanina, e a homossexualidade provêm de mudanças no sistema reprodutor.
Hoje em dia o racismo é um crime e prevê pena de prisão e retratação com a vitima, a homofobia também é tratada da mesma forma com prisão e retratação sendo que ambos os crimes são inafiançáveis.
Para mim, o racismo e homofobia são crimes sérios, as pessoas não poderiam tratar outras como se fossem inferiores por suas pequenas diferenças, coisas insignificantes que não mudam a personalidade de ninguém, sua cor, raça ou opção sexual não interferem no seu caráter e no seu pensamento racional e não diz quem você é e nem suas qualidades e defeitos, afinal sua cor e seu sexo dizem sobre você? 
Alunos: Heliton Aita, Maicon Willian, Luis Guilherme e Vinícius Ávila.

texto sobre as migrações no seculo XXI



As migrações
Hoje em dia as migrações pendulares são muito comuns, como por exemplo, as pessoas que fazem intercambiam e que voltam ao lugar de origem logo após alguns meses, as migrações tornaram-se um fenômeno mundial, pessoas se deslocam entre países com muita facilidade através de acordos entre os mesmos.
Muitos são contra a migração, pois dizem que pode afetar a economia dos pais, pois novas mãos de obra entrarão para competir por empregos.
Um grande estimula as migrações neste século é a diferença econômica entre os países do norte e sul o que faz com que as pessoas do sul migrem para os grandes países do norte em busca de empregos e uma vida melhor, porem esses acaba ocupando subempregos.
Outros fatores que estimulam as migrações nesse século são algumas das recentes catástrofes naturais, e também as guerras, perseguições políticas, diferenças demográficas e etc.
O aumento das migrações clandestinas se vem das inúmeras leis criadas pelo governo para impedir a população de migrar para os países como é o exemplo do México e os Estados Unidos da America.  
 Daiane W., Helena C., Emerson L. , Daiane P., Litiane F.

Mapa Mental


Alunos: Diego, Fernanda, Lauren, Vinicius Avila, Luiza.

A força da aceitação

            Como diz Madonna: “A razão pela qual a intolerância, o racismo e a homofobia existem é o medo. As pessoas têm medo de seus próprios sentimentos, têm medo do desconhecido”.
            Todos os pré-conceitos existentes hoje são frutos de uma falta de reconhecimento pessoal de cada cidadão perante a sociedade.
            A maioria das diferenças existentes no âmbito social do mundo atual é devido à intolerância, à falta de aceitação diante de um elemento contrário a uma regra moral, civil, física ou cultural.
            Tais intolerâncias podem ser hereditárias, passadas de pai para filho, de geração para geração; onde determinado grupo não aceita ações contrárias às que eles estão habituados. Ou ainda, surgidas ao longo da vida, perante o grupo de relações em que determinado indivíduo convive; e, ainda pior, a intolerância pessoal, que surge a partir do temor que o próprio indivíduo tem de conhecer o que ele ainda não aparentou, o que ele ainda não experimentou, o que ele ainda não demonstrou.
            São fatos diários evidenciados em acontecimentos de racismo, preconceito, homofobia, sexismo, etnocentrismo, machismo, dentre outros. São episódios muitas vezes constrangedores para o agressor e para a vítima, que se sente indefesa e humilhada, tanto física como psicologicamente, e que em casos mais graves pode levar a transtornos mentais irreparáveis.
            Mas se engana quem pensa que tais problemas são somente da década presente. Isso vem de muito tempo, está enraizado em cada canto de terra que compõe cidades, países e o mundo todo.
            A intolerância é considerada a maior deficiência do ser humano capaz de dificultar quase que totalmente a convivência, impedindo aos mesmos que aperfeiçoem seus espíritos e que possam, com o tempo, adquirir mentalidade suficiente para aceitar opiniões contrárias as suas.
            A possibilidade de solução é educar as crianças no sentido da flexibilidade psicológica, onde ideias alheias e antagônicas às suas não arranhem a convivência harmônica, possibilitando à raça humana que todos se respeitem e sejam respeitados, vendo nos outros a capacidade de crescer psicologicamente e refletir sobre nossos pré-conceitos, muitas vezes impostos por uma sociedade anulada de bons caráteres.
           
Aluna Guerra e Aluno Weber 

ESTERIÓTIPOS


A sociedade atual é feita de estereótipos, onde a mulher deve ser magra, uma estatura mediana, cabelo liso, loira ou morena com olhos claros, se não tiver essas características, estará fora dos padrões. Uma mulher com tatuagens, piercing ou alargador, é altamente julgada. O homem deve ser forte, cabelo bom, ter uma vida boa, ter um carro, se não tiver, acontecerá o mesmo que com as mulheres. Diante disso, começa a ocorrer o preconceito, por simplesmente não querer seguir os padrões impostos pela sociedade.
Pessoas negras não tem vez nessa sociedade hipócrita, que mesmo após anos de abolição da escravidão, ainda há a imagem que negros são pobres, empregados. Muitos negros hoje são pessoas importantes no mundo, temos o presidente dos EUA, um grande ministro no Brasil, entre tantos outros exemplos. Se uma pessoa está acima do peso, com certeza sofre o preconceito, deixando essas pessoas com baixa autoestima, sofrendo de depressão, doenças graves por um “simples” xingamento, e muitas vezes lemos pessoas que acabam a óbito por preconceito dos outros.
Outro tema em alta na sociedade, está relacionado a opção sexual, se é um homossexual tratam como se fosse uma doença, parecendo que gostar, amar uma pessoa do mesmo sexo, é um pecado. Tantos casais homossexuais, que lutam por adoção de crianças, são tão julgados e a sociedade não é capaz de avaliar a situação das crianças que desejam tanto ter uma família. Opção sexual recrimina tantas pessoas, que gays passam a viver as escondidas por medo dessa sociedade, deixam de ser feliz, de ter uma vida tranquila, pelo preconceito.
A escolha da religião é outro fator que exclui pessoas, onde se é admitido somente àquela que a grande maioria escolhe. Se você está numa religião para fazer o bem, rezar por um bem maior, não há discussão de certo ou errado. O errado está naquelas pessoas que vão as missas, cultos, ou como quiser chamar, mostrar ser alguém religiosa e sair do templo, olhando torto a um negro, excluindo um homossexual, ou até mesmo passando com nariz empinado por uma pessoa pobre. Ajudar o próximo, é uma frase esquecida pela população, vivemos em uma sociedade egoísta, que o mundo gira em torno do umbigo de cada um, que deixa o seu vizinho passando fome, para comprar em uma loja cara ou ter o ultimo carro do ano.
Esse é o comportamento típico de uma sociedade que está apenas regredindo, feita de pessoas que não conseguem enxergar o próximo. Será que existem mesmo pessoas com mais capacidade por serem de tal cor? De tal religião? Somos todos da mesma raça, e movidos por objetivos e sonhos em busca da felicidade.

Al. Fernanda 

terça-feira, 9 de outubro de 2012

A importância da Tolerância

  
    Aprendemos a respeitar as pessoas quando somos pequenos, geralmente com os nossos pais. Então eles nos ensinam que não podemos ser inconvenientes e fazermos perguntas que deixem as pessoas constrangidas, ainda mais quando estas dizem respeito a vida pessoal delas. Descobrimos quando entramos na escola que os outros não pensam como nós e que não tem as mesmas atitudes que nós gostaríamos que tivessem e então após uma série de brigas por divergências de opinião com nossos coleguinhas, percebemos que certas coisas não vão mudar só porque queremos e que temos que respeitar a opinião alheia.
    Mas isso é só o inicio de uma grande e árdua tarefa que teremos que executar durante a vida toda, a tarefa de aceitar o modo como as pessoas pensam, se vestem, relacionam-se, falam, riem, se portam diante de determinados acontecimentos mesmo que discordemos disso tudo e de outras coisas que eu não citei.
    Durante toda nossa vida vamos ter que aceitar coisas, desde a opção sexual de alguém próximo a nós até uma ordem que vamos receber eventualmente de um chefe que consideraremos uma pessoa insuportável somente por ter um jeito ou método de trabalho diferente do nosso.
  Mesmo assim, em alguns momentos de raiva, nos esquecemos dessa fatalidade, principalmente na escola quando estamos em um grupo de pessoas que tem educações diferentes porque vieram de famílias diferentes com percepções diferentes e então surgem as dificuldades de convívio porque um colega fala demais ou não sabe jogar basquete ou tem dificuldades de aprendizagem ou até mesmo uma deficiência. Se não aprendermos a lidar com este tipo de coisa e a respeitar as diferenças, isso pode acarretar um grande prejuízo no futuro por parte de alguém que nunca soube aceitar a opinião alheia em um trabalho escolar e que no futuro vai receber ordens de um chefe e terá que executa-las tais como ele mandar mesmo que não concorde porque do contrário será demitido.
     Isso foi apenas um exemplo de inúmeras situações que podem surgir em nossas vidas nas quais teremos que exercitar a paciência e o respeito para com o próximo até para nossa própria sobrevivência em um mundo cada vez mais competitivo e globalizado.
     Portanto ressalto a importância de uma educação baseada no amor e respeito ao próximo, que seja ensinada desde cedo pelos pais e que se consolide na escola, através dos profissionais da educação e de orientadores para que se perpetue a coletividade.

Por Maria
MAPA MENTAL SOBRE MIGRAÇÕES



Nomes: Maria e Talita

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Migrações - Mapa Mental



Bibiana Rossato, Carolina Fontana, Júlia Campestrini e Layanne Silva.

Mapa Mental



Trabalho realizado pela Al Guerra e Al Weber.

WebQuest

Esta Webquest deve ser desenvolvida pelos alunos do 2º Ano. Após será avaliada a interação dos alunos com a tecnologia e com seus colegas e o aprendizado.




Lembretes: Os trabalhos deverão ser postados no Blog até dia 16 de outubro.