segunda-feira, 15 de outubro de 2012


A força da aceitação

            Como diz Madonna: “A razão pela qual a intolerância, o racismo e a homofobia existem é o medo. As pessoas têm medo de seus próprios sentimentos, têm medo do desconhecido”.
            Todos os pré-conceitos existentes hoje são frutos de uma falta de reconhecimento pessoal de cada cidadão perante a sociedade.
            A maioria das diferenças existentes no âmbito social do mundo atual é devido à intolerância, à falta de aceitação diante de um elemento contrário a uma regra moral, civil, física ou cultural.
            Tais intolerâncias podem ser hereditárias, passadas de pai para filho, de geração para geração; onde determinado grupo não aceita ações contrárias às que eles estão habituados. Ou ainda, surgidas ao longo da vida, perante o grupo de relações em que determinado indivíduo convive; e, ainda pior, a intolerância pessoal, que surge a partir do temor que o próprio indivíduo tem de conhecer o que ele ainda não aparentou, o que ele ainda não experimentou, o que ele ainda não demonstrou.
            São fatos diários evidenciados em acontecimentos de racismo, preconceito, homofobia, sexismo, etnocentrismo, machismo, dentre outros. São episódios muitas vezes constrangedores para o agressor e para a vítima, que se sente indefesa e humilhada, tanto física como psicologicamente, e que em casos mais graves pode levar a transtornos mentais irreparáveis.
            Mas se engana quem pensa que tais problemas são somente da década presente. Isso vem de muito tempo, está enraizado em cada canto de terra que compõe cidades, países e o mundo todo.
            A intolerância é considerada a maior deficiência do ser humano capaz de dificultar quase que totalmente a convivência, impedindo aos mesmos que aperfeiçoem seus espíritos e que possam, com o tempo, adquirir mentalidade suficiente para aceitar opiniões contrárias as suas.
            A possibilidade de solução é educar as crianças no sentido da flexibilidade psicológica, onde ideias alheias e antagônicas às suas não arranhem a convivência harmônica, possibilitando à raça humana que todos se respeitem e sejam respeitados, vendo nos outros a capacidade de crescer psicologicamente e refletir sobre nossos pré-conceitos, muitas vezes impostos por uma sociedade anulada de bons caráteres.
           
Aluna Guerra e Aluno Weber 

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