segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Trabalho sobre Imigrações

http://www.youtube.com/watch?v=3ZRIeRIC3TM&feature=youtu.be

Alunos: Luis, Heliton, Daiane, Helena, Willian e Perin.

Introdução

Atualmente é comum ler ou ouvir as expressões "alimento modificado geneticamente", "manipulação genética" e "transgênicos", que vêm causando muitas dúvidas, divergências de opiniões e gerando enormes polêmicas entre as comunidades científicas, órgãos governamentais e ambientalistas.

É fundamental que a sociedade conheça o significado destes termos e esteja por dentro das discussões atuais para poder adotar um posicionamento e decidir se deve ou não consumir alimentos transgênicos, que também são chamados os produtos originários de organismos geneticamente modificados.
Acredito que olhando as postagens anteriores vamos saber, se devemos ou não consumir esses alimentos, observando as vantagens e desvantagens nele presente. ;)
Al: LUIS








Produtos Trangênicos


Vantagens e desvantagens

Com todo o trabalho podemos sintetizar algumas vantagens e desvantagens dos produtos transgênicos.
  • Vantagens:
    Aumento da produtividade e rendimento das colheitas;
    Os alimentos podem ser enriquecidos com uma componente nutricional essencial;
    Podem prevenir, reduzir ou evitar riscos de doenças;
    Tolerância a herbicidas, metais pesados no solo, entre outros;
    Produtos mais resistentes a pragas;
    Resistência a factores abióticos;
    Ajuda na investigação e na compreensão de doenças e terapias e do material genético dos seres vivos;
    Criação de medicamentos através de microrganismos que não estão contaminados, são facilmente purificados, mais específicos e podem ser produzidos em grande escala.
  • Desvantagens:
    Descontrole do consumo de transgênicos no mercado;
    Desregulamento hormonal de outros seres vivos;
    Interferência nas cadeias alimentares;
    Contaminação de outras espécies silvestres;
    Se o gene inserido no ser vivo não for controlado completamente, os genes da outra parte do organismo podem ser afectados;
    A engenharia genética não respeita a unanimidade de cada espécie, não assegurando a integridade genética do futuro;
    Desaparecimento de espécies (extinção);
    Surgimento de super pragas (resistentes a herbicidas e insectisidas);
    Possíveis casos de infertilidade;
    Desconhece-se os efeitos a longo prazo;
    Problemas econômicos dos outros agricultores convencionais.

Fonte: http://modificated.blogspot.com.br/2009/03/vantagens-e-desvantagens.html
Layanne Silva

domingo, 25 de novembro de 2012


FONTES DE ENERGIA

O que são
As fontes renováveis de energia são aquelas inesgotáveis, pois são encontradas na natureza em grande quantidade ou que possuem a capacidade  de regeneração por meios naturais. 
Exemplos de fontes renováveis de energia:
Energia eólica: tem origem na força dos ventos que movimentam as pás de cata-ventos que são ligados aos geradores.
  Vantagens: baixíssimo impacto ambiental e geração de poucos resíduos.
  Desvantagens: a estrutura para geração de energia eólica deve ser instalada em locais amplos e com boa incidência de ventos.
Energia Solar : painéis fotovoltaicos transformam a luz solar em energia.
  Vantagens: baixo custo de manutenção dos equipamentos e baixíssimo impacto ao meio ambiente.
  Desvantagens: alto custo dos equipamentos e geração de energia somente quando há luz solar.
Energia Hidráulica: tem origem na água que gira as turbinas das usinas hidrelétricas, gerando energia.
  Vantagens: não ocorre poluição da água, baixíssima emissão de gases do efeito estufa.
  Desvantagens: a construção de uma usina hidrelétrica gera alto impacto ambiental, alagando regiões e fazendo com que haja deslocamento da população local.
Energia Geotérmica: é obtida usando o calor existente no interior da Terra.
  Vantagens: pouca produção de resíduos, ausência de ruídos externos; baixa emissão de gases do efeito estufa e área utilizada ocupa pequeno espaço.
  Desvantagens: pode ser obtida em locais restritos, elevado custo dos equipamentos.
Biomassa (agrícola): tem origem na queima de palha de milho, bagaço de cana-de-açúcar, casca de arroz, etc.
  Vantagens: uso de partes dos vegetais que são descartados, a planta retira o CO2 do ar.
  Desvantagens: geração de energia apenas na época da safra.
Outros tipos: biogás (obtido principalmente em aterros de lixo orgânico), biocombustíveis (biodiesel e etanol), energia maremotriz (obtida através do movimento das ondas) e energia do hidrogênio (combinação do hidrogênio com o oxigênio)

AL. VINÍCIUS ÁVILA 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

A biotecnologia e uso dos alimentos transgênicos



A tecnologia vem se aprimorando cada vez mais e muitas vezes tal aprimoramento pode causar certas “revoluções”; como é o caso da agropecuária. Ao integrar a indústria e a pesquisa nos campos da agronomia, química, biologia e engenharia acarretou uma revolução a partir do momento em que foram implantadas as tecnologias de ponta na agropecuária. Um dos mais atuais exemplos disso é a biotecnologia, que consiste no desenvolvimento de técnicas para emprego de material biológico (microrganismos, enzimas, células) na indústria. Além de utilizar a engenharia genética – que trabalha com organismos vegetais e animais geneticamente modificados – trabalho também com conhecimentos das áreas de microbiologia, bioquímica, química e informática. Tem como produtos os alimentos, bebidas, produtos farmacêuticos, pesticidas e inovações no cultivo de mudas.

Como em todo e qualquer lugar, a intervenção humana nos ciclos vegetativo e animal possui interesses produtivos; com a finalidade de melhorar as espécies por meio da realização de cruzamentos e da seleção dirigida. Para que esse “interesse produtivo” viesse realmente á tona, no século XX, desenvolveu-se a transgenia, uma manipulação mais avançada, que inclui a transferência e a modificação controlada de genes.

Sendo assim, genes de espécies animais e vegetais e de microrganismos são retirados e incorporados ao DNA de outro organismo receptor, chamado organismo transgênico ou organismo geneticamente modificado (OGMs).

Desde a década de 1990 a plantação de transgênicos já é uma realidade no mundo. Em 2005 8,5 milhões de fazendeiros de 21 países já tinham culturas geneticamente modificadas, ocupando mais de 100 milhões de hectares. Do total de cultivo de soja no mundo, 56% é OGMs. Nos Estados Unidos essa porcentagem é de 83%.
A intensão principal dessas modificações genéticas ocorrem é o intuito de tornar os produtos – como soja, milho, canola e algodão – tolerantes a herbicidas e resistentes a insetos. O mercado desses segmentos movimenta bilhões de dólares e envolve companhias gigantes, como as estadunidenses Monsanto e Syngenta e as europeias Du Pont, Basfm Bunge e Bayer.

Postado por: Carolina Fontana
        Aqui está postado o link de um vídeo que explica o funcionamento da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, a qual muitos são contra a construção.


"A polêmica em torno da construção da usina de Belo Monte na Bacia do Rio Xingu, em sua parte paraense, já dura mais de 20 anos. Entre muitas idas e vindas, a hidrelétrica de Belo Monte, hoje considerada a maior obra do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do governo federal, vem sendo alvo de intensos debates na região, desde 2009, quando foi apresentado o novo Estudo de Impacto Ambiental (EIA) intensificando-se a partir de fevereiro de 2010, quando o MMA concedeu a licença ambiental prévia para sua construção."





Bibiana Rossato    

domingo, 18 de novembro de 2012

Fontes de Energia


     Energia hidráulica: é a mais utilizada no Brasil em função da grande quantidade de rios em nosso país. A água possui um potencial energético e quando represada ele aumenta. Numa usina hidrelétrica existem turbinas que, na queda d’água, fazem funcionar um gerador elétrico, produzindo energia. Embora a implantação de uma usina provoque impactos ambientais, na fase de construção da represa, esta é uma fonte considerada limpa.
     Energia solar: ainda pouco explorada no mundo, em função do custo elevado de implantação, é uma fonte limpa, ou seja, não gera poluição nem impactos ambientais. A radiação solar é captada e transformada para gerar calor ou eletricidade.
     Energia de biomassa: é a energia gerada a partir da decomposição, em curto prazo, de materiais orgânicos (esterco, restos de alimentos, resíduos agrícolas). O gás metano produzido é usado para gerar energia.
     Energia eólica: gerada a partir do vento. Grandes hélices são instaladas em áreas abertas, sendo que, os movimentos delas geram energia elétrica. É uma fonte limpa e inesgotável, porém, ainda pouco utilizada.
     Energia fóssil: formada a milhões de anos a partir do acúmulo de materiais orgânicos no subsolo. A geração de energia a partir destas fontes costuma provocar poluição, e esta, contribui com o aumento do efeito estufa e aquecimento global. Isto ocorre principalmente nos casos dos derivados de petróleo (diesel e gasolina) e do carvão mineral. Já no caso do gás natural, o nível de poluentes é bem menor.
     Energia nuclear: o urânio é um elemento químico que possui muita energia. Quando o núcleo é desintegrado, uma enorme quantidade de energia é liberada. As usinas nucleares aproveitam esta energia para gerar eletricidade. Embora não produza poluentes, a quantidade de lixo nuclear é um ponto negativo. Os acidentes em usinas nucleares, embora raros, representam um grande perigo.
     Energia geotérmica: nas camadas profundas da crosta terrestre existe um alto nível de calor. Em algumas regiões, a temperatura pode superar 5.000°C. As usinas podem utilizar este calor para acionar turbinas elétricas e gerar energia. Ainda é pouco utilizada.
     Energia gravitacional: gerada a partir do movimento das águas oceânicas nas marés. Possui um custo elevado de implantação e, por isso, é pouco utilizada. Especialistas em energia afirmam que, no futuro, esta, será uma das principais fontes de energia do planeta
 
Alguns dados importantes sobre fontes de energia:
  •      Cerca de 40% de CO2 (dióxido de carbono) produzido no mundo é resultante da geração de energia e calor. Isto ocorre, pois o carvão mineral ainda é a principal fonte utilizada.
  •      Atualmente, a China é o país que mais lança CO2 na atmosfera. Isto ocorre, pois o carvão mineral é muito utilizado na geração de energia. Porém, o governo chinês vem desenvolvendo, nos últimos anos, uma política de geração de energia limpa. Este fato faz da China o país que mais produz eletricidade a partir de fontes de energia limpa.

 
    A ONU (Organização das Nações Unidas) declarou 2012 o Ano Internacional da Energia Sustentável para todos!
 
Vitor Disconzi 



sábado, 17 de novembro de 2012


ALIMENTOS TRANSGÊNICOS
    Os alimentos transgênicos são aqueles cujas sementes foram alteradas com o DNA (material genético localizado no interior das células) de outro ser vivo (como uma bactéria ou fungo) para funcionarem como inseticidas naturais ou resistirem a um determinado tipo de herbicida. Surgiram no início dos anos 80, quando cientistas conseguiram transferir genes específicos de um ser vivo para outro.
    A comercialização de transgênicos ainda é polêmica. Empresas, produtores e cientistas que defendem a nova tecnologia dizem que ela vai aumentar a produtividade e baratear o preço do produto, além de permitir a redução dos agrotóxicos utilizados. Os que a atacam, como os ambientalistas e outra parcela de pesquisadores afirmam que o produto é perigoso: ainda não se conhece nem os seus efeitos sobre a saúde humana nem o impacto que pode causar ao meio ambiente.
    Apesar de proibida a produção destes alimentos no Brasil, nada garante que o consumidor já não esteja comendo produtos transgênicos sem saber. Eles podem estar chegando a partir da importação de alimentos e matérias-primas de países como a Argentina e os Estados Unidos, que já cultivam e comercializam os transgênicos há alguns anos.
Rotulação dos alimentos trangênicos – Como saber se um produto é transgênico



Atualmente encontramos diversos alimentos com matéria prima à base de transgênicos e desde 2003 existe no Brasil o decreto de rotulagem (4680/2003), que obrigou empresas da área da alimentação, produtores, e quem mais trabalha com venda de alimentos, a identificarem, com um “T” preto, sobre um triangulo amarelo, o alimento com mais de 1% de matéria-prima transgênica.
A rotulagem de produtos transgênicos é um direito básico dos consumidores. Todos nós temos o pleno direito de saber o que consumimos.

FONTE:   http://www.consumidorbrasil.com.br
                 http://www.coletivoverde.com.br/rotulacao-transgenicos/




AL. VINÍCIUS ÁVILA


Produtos Transgênicos

Ruim para o produtor e para o consumidor


A introdução de transgênicos na natureza expõe nossa biodiversidade a sérios riscos, como a perda ou alteração do patrimônio genético de nossas plantas e sementes e o aumento dramático no uso de agrotóxicos. Além disso, ela torna a agricultura e os agricultores reféns de poucas empresas que detêm a tecnologia, e põe em risco a saúde de agricultores e consumidores. O Greenpeace defende um modelo de agricultura baseado na biodiversidade agrícola e que não se utilize de produtos tóxicos, por entender que só assim teremos agricultura para sempre.

Fonte: http://www.greenpeace.org/brasil/pt/O-que-fazemos/Transgenicos/

Layanne Silva

Produtos Trangenicos

O que são os produtos transgênicos?
Os produtos transgênicos ou OGM (Organismos Geneticamente Modificados) são organismos a cujas células foram adicionadas células de outros seres vivios, para que sejam mais resistentes a pragas de insetos e para que se conservem mais facilmente.
Os primeiros alimentos a serem modificados foram a soja e o milho. Apesar de Portugal ter produzido milho transgênico em 1999, atualmente deixou de produzir, limitando-se a importar produtos transgênicos. A Espanha é o maior produtor de produtos transgênicos da União Europeia.
 
Qual a atitude dos cientistas e das organizações?
Atualmente, não existe uma posição uniforme face a este problema, pois a comunidade científica encontra-se dividida. Enquanto que há quem diga que os produtos transgênicos podem ter um valor nutricional aumentado e que até podiam resolver os problemas alimentares dos países menos desenvolvidos, há também quem diga que os transgênicos têm vários inconvenientes, sendo um dos quais o fato de não haver estudos sobre os efeitos dos transgênicos nos seres humanos. Para além disso, experiências demonstram que a toxina BT do milho polui os solos durante vários anos, e que as plantas geneticamente modificadas matam os insetos que as comem, mas também matam as joaninhas que depois comem os insetos. Consequentemente, os ecossistemas ficam desestabilizados.
 
Onde estão os produtos transgênicos?
Os produtos transgênicos podem estar em praticamente qualquer produto alimentar - bolachas, salsichas, chocolate, pizzas, hamburgers ou cereais - isto porque os animais que comem as plantas e que mais tarde dão origem à carne alimentaram-se de produtos transgênicos. Por isso, pode, quando ingerir um hamburger, estar a alimentar-se de transgênicos - apesar de indiretamente. 

Fonte: http://www.notapositiva.com/trab_estudantes/trab_estudantes/cienciasnaturais/ciencias_trab/produtostrangenicos.htm

Layanne Silva

quarta-feira, 14 de novembro de 2012


A QUESTÃO DO TRABALHO NO BRASIL
O trabalho no Brasil está ligado ao envolvimento do país na trama internacional, desde que os portugueses aqui chegaram, no século XVI. A descoberta do Brasil aconteceu porque havia na Europa o movimento das expansões ultramarinas. A produção agrícola para a exportação e a presença da escravidão no Brasil também estão vinculadas à vinda dos europeus. Com a abolição da escravidão, encerrou-se um período de mais de 350 anos de predomínio do trabalho escravo.
Primeiras décadas depois da escravidão
            Os grandes proprietários de terra procuraram trazer imigrantes para trabalhar em suas terras. A primeira experiência de utilização da força de trabalho legalmente livre e estrangeira foi realizada pelo senador Vergueiro, com a ajuda financeira do governo que arcava com os custos da importação. O sistema de trabalho adotado era o colonato, as famílias que aqui chegavam assinavam um contrato nos seguintes termos: o fazendeiro adiantava uma quantia necessária ao transporte e aos gastos iniciais de instalação e sobrevivência dos colonos e de sua família. Estes devim plantar e cuidar de um número de pés de café onde no final da colheita dividiam com o proprietário, essa dívida muitas vezes, passava de pai para filho.
            Os colonos não aceitavam tamanha exploração e muitas vezes fugiam da fazenda ou se revoltavam contra esse sistema, a maioria dessas pessoas foi trabalhar no campo, MS outras se estabeleceram nas cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro, onde trabalhavam nas industrias nascentes, no pequeno comércio e como vendedores ambulantes de todo tipo de mercadorias. Os trabalhadores urbanos passaram a reivindicar melhores condições de trabalho, diminuição da carga horária semanal e melhorias salariais. Até o fim da Segunda Guerra, o Brasil continuava a ser um país em que a maioria da população vivia na zona rural, mantendo uma estrutura social, econômica e política vinculada à terra.
Situação do trabalho nos últimos sessenta anos
            Exemplos da diversidade das situações de trabalho que se observam no Brasil:
-Trabalhadores indígenas: que se alimentam das matas.
-Trabalhadores da agropecuária: trabalham com enxadas e facão.
-Trabalhadores empregados em indústrias: em empresas nacionais ou internacionais.
-Trabalhadores do comércio: em shoppings, supermercados, etc.
-Trabalhadores administrativos: em empresas, organizações públicas e privadas.
-Crianças que trabalham em muitas das atividades descritas.
- Trabalhadores submetidos à escravidão por dívida.
            Em 1945 a maior parte da população brasileira vivia na zona rural, em 2010 a maior parte da população vivia na zona urbana.
Emprego e qualificação
A qualificação em determinados ramos da produção é necessária e cada dia mais exigida, mas isso somente para alguns poucos postos de trabalho. A elevação do nível de escolaridade não significa necessariamente emprego no mesmo nível e boas condições de trabalho, a formação universitária, cada dia mais deficiente, não garante àqueles que possuem diploma universitário. Em muitas empresas de limpeza exige-se formação no ensino médio para a atividade de varrição de rua. Jovens doutores são despedidos ou não são contratados por universidades particulares porque recebem salários maiores e as instituições não querem pagar mais.
Trabalho informal
Muitos trabalhadores que desenvolvem suas atividades informais em períodos de crise e recessão, crescem de modo assustador. Para ter uma ideia 34,5% dos 9,4 milhões de indivíduos ocupados têm carteira assinada. O setor informal inclui empregados de pequenas empresas sem registro, indivíduos que desenvolvem por conta própria, atividades como o comércio ambulante, etc.
Desemprego
Na agricultura houve a expansão da mecanização em todas as fases, ocasionando a expulsão de milhares de pessoas, que tomaram o rumo das cidades. Na indústria, a crescente automação das linhas de produção também colocou milhares de pessoas na rua. Em 1980, para produzir 1,5 milhão de veículos, as montadoras empregavam 140 mil operários. Hoje, para produzir 3 milhões de veículos, as montadoras empregavam apenas 90 mil trabalhadores, portanto a modernização tem aumentado o desemprego.
Está faltando uma explicação, que deixará claro que o desemprego não é uma questão individual nem culpa do desempregado, essa explicação está na política desenvolvida no Brasil já mais de vinte anos.




Resumo Sociologia - Capítulo 6, pagina 56.

Al Heliton, Al Lauren , Al Luiza, Al Ávila e Al Luis.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

 O Brasil e os transgênicos

O Brasil ultrapassou em 2009 a Argentina e se tornou o segundo país que mais usa produtos agrícolas geneticamente modificados no mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, informou hoje a ISAAA, órgão internacional que acompanha a adoção de produtos transgênicos.  
O Brasil plantou no ano passado 21,4 milhões de hectares com produtos transgênicos, apenas 100 mil hectares a mais do que a Argentina, disse o presidente da ISAAA, Clive James, em teleconferência. Os EUA lideram com folga a adoção de produtos alterados geneticamente, com 64 milhões de hectares.  
E na avaliação de James há espaço para um crescimento ainda maior na adoção de transgênicos no Brasil.   

A soja domina o cultivo de transgênicos no Brasil e Argentina, mas o crescimento do uso de lavouras geneticamente modificadas no país no ano passado foi liderado pelo milho. 
   
1. O que são alimentos transgênicos?

Os transgênicos - ou organismos geneticamente modificados (OGM) - são produzidos em laboratório por meio da introdução de genes de outras espécies, com o objetivo de atribuir a eles novas características. No caso dos grãos, por exemplo, pode ser gerada uma resistência a determinadas pragas e a condições climáticas adversas, como secas prolongadas.
2. Desde quando alimentos transgênicos são cultivados no Brasil?

No Brasil, o plantio de transgênicos é feito desde 2004 e está sujeito a aprovação da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), que assessora o governo federal nas questões de biotecnologia.
3. Quais são os argumentos contrários a esse tipo de tecnologia?

Entre eles estão a falta de estudos que comprovem que o consumo desses alimentos não traz riscos à saúde humana e ao meio ambiente e o risco de contaminação de lavouras convencionais pelos genes modificados.
4. Já existem transgênicos no mercado?

Atualmente, existem quatro vertentes de pesquisas referentes ao assunto e duas já chegaram aos supermercados. São as plantas com tolerância aos herbicidas e resistentes aos ataques dos insetos - como soja, milho e algodão - e as com qualidades nutricionais alteradas - como a soja acrescida do aminoácido metionina, nutriente essencial para a saúde.

fontes:



domingo, 11 de novembro de 2012


Fordismo-taylorismo

Henry Ford implantou em sua fabrica de automóveis uma nova forma de organização do trabalho visando a produção em massa do modelo Ford t.
Essa nova forma de organização foi copiada por várias outras industrias desencadeando uma nova etapa na produção industrial – produção e consumo em larga escala (era do consumismo).
Frederick Taylor, buscando maior racionalização do processo produtivo, acabou aperfeiçoando o fordismo. Isso quer dizer que além da jornada de trabalho de oito horas com remuneração diária, o sistema pretendia o aumento da produtividade o aumento da produtividade com o uso mais adequado possível das horas trabalhadas, por meio do controle das atividades dos trabalhadores, divisão e parcelamento das tarefas, mecanização de parte das atividades com a introdução da linha de montagem e um sistema de recompensas e punições conforme o comportamento dos operários no interior da fábrica.
Em razão dessas medidas criou-se um setor de especialistas na administração das empresas e a hierarquia e impessoalidade nas normas foram introduzidas no processo produtivo.

Karl Marx e a divisão social do trabalho

Para Marx, a divisão social no trabalho é utilizada no processo de desenvolvimento das sociedades. Conforme buscamos atender as nossas necessidades, estabelecemos relações de trabalho e maneiras de dividir atividades.
Com a formação das cidades houve uma divisão entre trabalho rural (agricultura) e trabalho urbano (comércio e indústria). O desenvolvimento da produção e seus excedentes deram lugar a uma nova divisão entre quem administrava e quem executava.
Para Marx, portanto, a divisão social do trabalho numa sociedade gera a divisão em classes. Os conflitos entre os capitalistas e operários aparecem no momento em que os proletários trabalham muito e estão cada dia mais miseráveis.

Émile Durkheim e a divisão do trabalho


Para Émile Durkheim, a sociedade era um organismo constituído de partes identificáveis e com relações bem definidas entre essas partes, a divisão social do trabalho significava o funcionamento, a princípio harmônico, desse organismo. Uma divisão sistemática da sociedade e dos trabalhos que cada divisão desempenharia se traduziria em uma melhor compreensão da sociedade e, portanto, uma forma de melhorá-la como um todo. A produção industrial trouxe uma forma superior de solidariedade e não de conflito. Existiam duas formas de solidariedade, que são:
- Mecânica: É mais comum em sociedades complexas, nela todos sabem o que devem fazer para viver.
- Orgânica: Os indivíduos unem-se pela interdependência das funções sociais, ou seja, a necessidade que uma pessoa tem da outra.


Júlia Campestrini, Maria Caroline Ferrari, Layanne Silva, Bibiana Rossato e Maicon Willian.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Trabalho e Sociedade

     “Poderíamos dizer que o trabalho existe para satisfazer as necessidades humanas. E, se o trabalho existe para satisfazer nossas necessidades, fomos nós que o inventamos.”

● Nossa sociedade atual – É caracterizada pela complexidade das tarefas relacionadas à produção.
● Produção nas sociedades tribais – É integrada ao meio ambiente e a todas as demais atividades. As tarefas relacionadas à produção não compõem, assim, uma esfera específica da vida, ou seja, não há um “mundo do trabalho” nas sociedades tribais.
● Escravidão e servidão – Na Grécia e em Roma, era o trabalho escravo que garantia a produção suficiente para suprir as necessidades da população.
            Da antiguidade até a idade média, as concepções de trabalho apresentam variações, mas poucas alterações. Sempre muito desvalorizado, o trabalho não era o elemento central, o núcleo que orientava as relações sociais. Estas se definiam por hereditariedade, pela religião, pera honra, pela lealdade e pela posição em relação às questões públicas. Eram esses os elementos que permitiam que alguns vivessem do trabalho dos outros.
● Labor, poiesis e práxis – Os gregos utilizavam tais palavras para expressar suas três concepções para a ideia de trabalho.
Labor – Esforço físico voltado para a sobrevivência do corpo. Exemplo: cultivo da terra.
Poiesis – É o ato de fazer, de fabricar, de criar algo mediante o uso de um instrumento ou com as próprias mãos. Exemplo: artesão e escultor.
Práxis – Palavra como o principal instrumento. Utiliza o discurso como um meio para encontrar soluções voltadas ao bem-estar dos cidadãos. Exemplo: política, vida pública.
● Bases do trabalho na sociedade moderna – Fim do período medieval + emergência do mercantilismo e do capitalismo à o trabalho passou de atividade penosa e torturante à algo positivo.
Para que a mudança do modo de trabalho atual para o assalariado ocorresse foi preciso:
- Separar a casa e o local de trabalho;
- Separar o trabalhador de seus instrumentos;
- Tirar a possibilidade do próprio trabalhador conseguir a matéria prima.
Quem havia acumulado riquezas (comerciantes e industriais), passaram a financiar, organizar e coordenar a produção de mercadorias, definindo o que e quanto produzir.
Isso aconteceu por dois processos:
Cooperação simples – Mantida a hierarquia da produção artesanal, entre o mestre e o aprendiz. O artesão ainda desenvolvia todo processo produtivo.
Processo de manufatura – O trabalhador até continuava a ser artesão, mas não fazia tudo, do começo ao fim. O sapato era feito a muitas mãos, como numa linha de montagem.
A manufatura foi o segundo passo para o surgimento do trabalhador coletivo. O produto tornou-se resultado das atividades de muitos trabalhadores. E o trabalho transformou-se em mercadoria que podia ser vendida e comprada.
Surge então a maquinofatura, onde o espaço de trabalho passou a ser, definitivamente, a fábrica. Com isso, ocorreu o convencimento do trabalhador de que a situação presente era melhor que a anterior. Diversos setores da sociedade colaboraram para que essa mudança ocorresse:
- As igrejas diziam que o trabalho era um bem divino e que quem não trabalhasse não seria abençoado. Não trabalhar era pecado.
- Os governantes criaram varias leis e decretos que penalizavam quem não trabalhasse.
- Os empresários desenvolveram uma disciplina rígida do trabalho.
- As escolas passaram às crianças a ideia de que o trabalho era fundamental para a sociedade.
Na vida real, a história era bem outra. O trabalhador era “livre”, não era mais escravo nem servo, mas trabalhava mais horas do que antes.
Max Weber afirma que isso era necessário para que o capitalismo existisse.

Não foi fácil submeter o trabalhador às longas jornadas e aos rígidos horários, pois a maioria não estava acostumada a isso.
·         A santa segunda-feira.

                         

Trabalho realizado por: Carolina Fontana, Caroline Guerra, Diego Flores, Fernanda Franken e Vitor Weber.
Disciplina: Sociologia
Professora: Ledi Fontana

Alimentos Transgênicos

      São alimentos geneticamente modificados; ou seja, alimentos criados em laboratórios com a utilização de genes de espécies diferentes de animais, vegetais ou micróbios.
     Com o aprimoramento e desenvolvimento das técnicas de obtenção de organismos geneticamente modificados e o aumento da sua utilização, surgiram então, dois novos termos para o nosso vocabulário: biotecnologia e biossegurança.
        - Biotecnologia é o processo tecnológico que permite a utilização de material biológico para fins industriais.
         - Biossegurança é a ciência responsável por controlar e minimizar os riscos de utilização de diferentes tecnologias em laboratórios ou quando aplicadas ao meio ambiente.

         Alguns países que cultivam alimentos transgênicos

        - Estados Unidos: melão, soja, tomate, algodão, batata, canola e milho.
        - União Europeia: tomate, canola, soja e algodão.
        - Argentina: soja, milho e algodão.

         Pontos positivos dos alimentos transgênicos

        - Aumento da produção de alimentos;
        - Melhoria do conteúdo nutricional, desenvolvimento de nutricênicos (alimentos que teriam fins terapêuticos);
        - Maior resistência e durabilidade na estocagem e armazenamento.

        Pontos negativos dos alimentos transgênicos

       - Aumento das reações alérgicas;
       - As plantas que não sofreram modificação genética podem ser eliminadas pelo processo de seleção natural, pois, as transgênicas possuem maior resistência às pragas e pesticidas;
       - Aumento da resistência aos pesticidas e gerando maior consumo deste tipo de produto;
     - Apesar de eliminar pragas prejudiciais à plantação, o cultivo de plantas transgênicas pode, também, matar populações benéficas como abelhas, minhocas e outros animais e espécies de plantas.

         Para ver o texto completo, http://www.algosobre.com.br/biologia/alimentos-transgenicos.html

         Postado por Caroline Guerra
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