A
tecnologia vem se aprimorando cada vez mais e muitas vezes tal aprimoramento
pode causar certas “revoluções”; como é o caso da agropecuária. Ao integrar a
indústria e a pesquisa nos campos da agronomia, química, biologia e engenharia acarretou
uma revolução a partir do momento em que foram implantadas as tecnologias de
ponta na agropecuária. Um dos mais atuais exemplos disso é a biotecnologia, que consiste no
desenvolvimento de técnicas para emprego de material biológico (microrganismos,
enzimas, células) na indústria. Além de utilizar a engenharia genética – que
trabalha com organismos vegetais e animais geneticamente modificados – trabalho
também com conhecimentos das áreas de microbiologia, bioquímica, química e
informática. Tem como produtos os alimentos, bebidas, produtos farmacêuticos,
pesticidas e inovações no cultivo de mudas.
Como
em todo e qualquer lugar, a intervenção humana nos ciclos vegetativo e animal
possui interesses produtivos; com a finalidade de melhorar as espécies por meio
da realização de cruzamentos e da seleção dirigida. Para que esse “interesse
produtivo” viesse realmente á tona, no século XX, desenvolveu-se a transgenia,
uma manipulação mais avançada, que inclui a transferência e a modificação
controlada de genes.
Sendo
assim, genes de espécies animais e vegetais e de microrganismos são retirados e
incorporados ao DNA de outro organismo receptor, chamado organismo transgênico
ou organismo geneticamente modificado (OGMs).
Desde
a década de 1990 a plantação de transgênicos já é uma realidade no mundo. Em
2005 8,5 milhões de fazendeiros de 21 países já tinham culturas geneticamente
modificadas, ocupando mais de 100 milhões de hectares. Do total de cultivo de
soja no mundo, 56% é OGMs. Nos Estados Unidos essa porcentagem é de 83%.
A intensão principal dessas modificações genéticas ocorrem é o intuito
de tornar os produtos – como soja, milho, canola e algodão – tolerantes a herbicidas
e resistentes a insetos. O mercado desses segmentos movimenta bilhões de
dólares e envolve companhias gigantes, como as estadunidenses Monsanto e
Syngenta e as europeias Du Pont, Basfm Bunge e Bayer.Postado por: Carolina Fontana

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