Fordismo-taylorismo
Henry Ford implantou em sua
fabrica de automóveis uma nova forma de organização do trabalho visando a
produção em massa do modelo Ford t.
Essa nova forma de
organização foi copiada por várias outras industrias desencadeando uma nova
etapa na produção industrial – produção e consumo em larga escala (era do
consumismo).
Frederick Taylor, buscando
maior racionalização do processo produtivo, acabou aperfeiçoando o fordismo.
Isso quer dizer que além da jornada de trabalho de oito horas com remuneração
diária, o sistema pretendia o aumento da produtividade o aumento da
produtividade com o uso mais adequado possível das horas trabalhadas, por meio
do controle das atividades dos trabalhadores, divisão e parcelamento das
tarefas, mecanização de parte das atividades com a introdução da linha de
montagem e um sistema de recompensas e punições conforme o comportamento dos
operários no interior da fábrica.
Em razão dessas medidas
criou-se um setor de especialistas na administração das empresas e a hierarquia
e impessoalidade nas normas foram introduzidas no processo produtivo.
Karl
Marx e a divisão social do trabalho
Para Marx, a divisão social
no trabalho é utilizada no processo de desenvolvimento das sociedades. Conforme
buscamos atender as nossas necessidades, estabelecemos relações de trabalho e
maneiras de dividir atividades.
Com a formação das cidades
houve uma divisão entre trabalho rural (agricultura) e trabalho urbano
(comércio e indústria). O desenvolvimento da produção e seus excedentes deram
lugar a uma nova divisão entre quem administrava e quem executava.
Para Marx, portanto, a
divisão social do trabalho numa sociedade gera a divisão em classes. Os
conflitos entre os capitalistas e operários aparecem no momento em que os
proletários trabalham muito e estão cada dia mais miseráveis.
Émile
Durkheim e a divisão do trabalho
Para Émile Durkheim, a sociedade era um organismo constituído de partes identificáveis e com relações bem definidas entre essas partes, a divisão social do trabalho significava o funcionamento, a princípio harmônico, desse organismo. Uma divisão sistemática da sociedade e dos trabalhos que cada divisão desempenharia se traduziria em uma melhor compreensão da sociedade e, portanto, uma forma de melhorá-la como um todo. A produção industrial trouxe uma forma superior de solidariedade e não de conflito. Existiam duas formas de solidariedade, que são:
- Mecânica: É mais comum em sociedades complexas, nela todos sabem o que devem fazer para viver.
- Orgânica: Os indivíduos unem-se pela interdependência das funções sociais, ou seja, a necessidade que uma pessoa tem da outra.
Júlia Campestrini, Maria Caroline Ferrari, Layanne Silva, Bibiana Rossato e Maicon Willian.

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