domingo, 11 de novembro de 2012


Fordismo-taylorismo

Henry Ford implantou em sua fabrica de automóveis uma nova forma de organização do trabalho visando a produção em massa do modelo Ford t.
Essa nova forma de organização foi copiada por várias outras industrias desencadeando uma nova etapa na produção industrial – produção e consumo em larga escala (era do consumismo).
Frederick Taylor, buscando maior racionalização do processo produtivo, acabou aperfeiçoando o fordismo. Isso quer dizer que além da jornada de trabalho de oito horas com remuneração diária, o sistema pretendia o aumento da produtividade o aumento da produtividade com o uso mais adequado possível das horas trabalhadas, por meio do controle das atividades dos trabalhadores, divisão e parcelamento das tarefas, mecanização de parte das atividades com a introdução da linha de montagem e um sistema de recompensas e punições conforme o comportamento dos operários no interior da fábrica.
Em razão dessas medidas criou-se um setor de especialistas na administração das empresas e a hierarquia e impessoalidade nas normas foram introduzidas no processo produtivo.

Karl Marx e a divisão social do trabalho

Para Marx, a divisão social no trabalho é utilizada no processo de desenvolvimento das sociedades. Conforme buscamos atender as nossas necessidades, estabelecemos relações de trabalho e maneiras de dividir atividades.
Com a formação das cidades houve uma divisão entre trabalho rural (agricultura) e trabalho urbano (comércio e indústria). O desenvolvimento da produção e seus excedentes deram lugar a uma nova divisão entre quem administrava e quem executava.
Para Marx, portanto, a divisão social do trabalho numa sociedade gera a divisão em classes. Os conflitos entre os capitalistas e operários aparecem no momento em que os proletários trabalham muito e estão cada dia mais miseráveis.

Émile Durkheim e a divisão do trabalho


Para Émile Durkheim, a sociedade era um organismo constituído de partes identificáveis e com relações bem definidas entre essas partes, a divisão social do trabalho significava o funcionamento, a princípio harmônico, desse organismo. Uma divisão sistemática da sociedade e dos trabalhos que cada divisão desempenharia se traduziria em uma melhor compreensão da sociedade e, portanto, uma forma de melhorá-la como um todo. A produção industrial trouxe uma forma superior de solidariedade e não de conflito. Existiam duas formas de solidariedade, que são:
- Mecânica: É mais comum em sociedades complexas, nela todos sabem o que devem fazer para viver.
- Orgânica: Os indivíduos unem-se pela interdependência das funções sociais, ou seja, a necessidade que uma pessoa tem da outra.


Júlia Campestrini, Maria Caroline Ferrari, Layanne Silva, Bibiana Rossato e Maicon Willian.

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